Ruptura prematura de membranas
NO TRABALHO DE PARTO PREMATURO COM MEMBRANAS INTACTAS OS ANTIBIÓTICOS NÃO MODIFICAM A EVOLUÇÃO
Nas pacientes com gravidezes de 24 a 34 semanas em trabalho de parto prematuro e com membranas intactas, a administração de clindamicina e gentamicina durante 7 dias não melhora a evolução materna nem perinatal comparado com a falta de implementa ção de tal terapia...
TRATAMENTO DAS MULHERES COM DIAGNÓSTICO DE RUPTURA PREMATURA DE MEMBRANAS
O manejo terapêutico das mulheres com diagnóstico de ruptura prematura de membranas se ajusta às recomendações atuais, apesar de que poderiam ser melhorados aspectos relacionados com a prescrição de antibióticos e a colonização pelo estrapetococo do grupo B...
A VAGINOSE BACTERIANA INCREMENTA O RISCO DE PARTO PRÉ-TERMO
O desequilíbrio da flora bacteriana da vagina, processo conhecido como vaginose, gera uma situação patológica de tratamento difícil que associa-se com complicações obstétricas...
EVOLUÇÃO DA RUPTURA PREMATURA DE MEMBRANAS SEGUNDO SEU MANEJO
O parto induzido em grávidas com ruptura prematura de membranas de 32 ou 33 semanas de gestação com maturidade pulmonar fetal comprovada não parece determinar um aumento da morbilidade neonatal com relação ao manejo expectante. Além disso, sua r ealização parece determinar estadias hospitalares mais curtas...
A BAIXA INGESTÃO DE VITAMINA C AUMENTA O RISCO DE RUPTURA PREMATURA DE MEMBRANAS PRÉ-TERMO
No coorte de mulheres grávidas estudadas foi identificada uma relação entre a baixa ingestão de vitamina C e o aumento do risco de ruptura prematura de membranas pré-termo...
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